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Out 18 / Brynner

Batalha Espiritual

16-18.10.2009 – Fortaleza, CE

Neste fim de semana, participei de uma convivência com os homens, da minha congregação, numa casa de praia. Deus operou de forma incrível e criativa naqueles dias.

Numa tarde, o pastor João Luís convocou todos para um estudo bíblico. Nos reunimos e lemos algumas passagens bíblicas. Oramos e logo o Espírito Santo usou um dos irmãos. Deus falou conosco e em específico com alguns. Em determinado momento O Pai pediu que um irmão se ajoelhasse e que todos os outros irmãos tirassem suas camisas e pusessem sobre as costas do irmão. Então Deus revelou ao pastor, que aquilo significava uma capa que existia na vida do irmão, e que Deus estava retirando a mesma. Em seguida o irmão que estava ajoelhado se levanta e as camisas caem no chão, formando um monte de camisas empilhado. Nesse instante outro irmão movido pelo Espírito Santo sapateia, roda e cai no chão, e sua cabeça é amortecida pelo monte de camisas caídas, para Glória e Honra do Senhor. Isso é que eu chamo de criatividade divina e sincronismo espiritual.

Numa madrugada, nos reunimos para orar e buscar mais da presença de Deus. Fizemos um círculo, louvamos, marchamos e oramos. Deus presenteou cada um com uma espada espiritual. Em determinado momento alguns irmãos, cada um por vez, se achegaram ao centro do círculo, para falar, em voz alta, com Deus e expressar seus sentimentos e desejos. Deus respondeu a cada um e ouve bastante alegria ali. Eu estava ansioso pra falar com Deus, e esperei o momento de ir até o centro do círculo. Então resolvi continuar minha oração de joelhos. Orei com o rosto em terra e chorei, me quebrantei e fui ungido com riso. Ria, chorava, chorava, ria… Até que eu pude sentir a força sobrenatural do Espírito Santo me empurrando suavemente para o lado. Eu cai no chão e comecei a receber unção de Deus. Foi impressionante, porque eu senti algo mais forte do que quando recebi unção, dessa forma, pela primeira vez. Eu ria, chorava e meu corpo se contraia sem parar. Eu não sabia, mas nesse momento, o diabo se levantará e entrou em um dos rapazes que estavam presentes (um recém convertido, que não era servo de Deus). Eu fiquei lá no chão, e estava ficando exaltado. O pastor João Luís veio tirar algumas setas que o diabo jogará em mim. Ele orou, tirou as setas pela minha boca, me ergueu e disse que precisava de um guerreiro, e apesar de estar quase caindo no chão, por estar muito cansado pela batalha espiritual eu fiquei de pé.

De repente a mesma força sobrenatural do Espírito Santo me puxou de um lado do campo e me levou até o rapaz endemoniado. Eu segurei a cabeça dele e ordenei que o demônio saísse, em nome de Jesus. O demônio disse que não ia sair. Repeti a ordenança, chingando de “merda” o demônio (confesso que ri disso depois, porque não deixa de ser verdade). E logo o pastor me tirou dali e eu me arrependi de ter dito palavrão, pedindo perdão a Deus. E eu estava estendendo as mãos para orar pelo homem endemoniado, mas não entendia que estender as mãos nessa ocasião era incorreto, pois quando se faz isso o ungido de Deus está liberando poder para o diabo. Foi tudo muito rápido e eu estava atônito, até que um irmão veio me exortar. Finalmente o demônio foi expulso e derrotado, e o nome de Jesus glorificado.

Depois de tudo isso o pastor me explicou os fatos. Disse que estavámos em uma batalha e o diabo jogou setas em todos nós, se aproveitando, inclusive, do meu momento de recebimento de unção, por isso eu havia me exaltado. O fato do demônio não ter saído com minha ordenança explica que o tempo é de Deus e que Ele não queria que eu o fizesse naquele momento. Disse também que eu devo ter calma, não ficar ansioso pra ser usado de forma sobrenatural pelo Pai, pois serei no momento apropriado. O tempo é de Deus. Amém.

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